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Mostrando postagens de 2018

A FILOSOFIA FREUDIANA E AS PAIXÕES DO HOMEM

De acordo com a filosofia freudiana, o homem é movido por intermédio das paixões, uma vez que seus mecanismos físico e racional estão interligados e sob o domínio das causas naturais, possibilitando que no desenvolvimento da teoria das paixões fosse atribuídas formas qualitativa e quantitativa. Tal procedimento se torna possível, pois o ser humano é dotado de um sistema nervoso que é capaz de receber e alimentar estímulos por meio de partículas materiais denominadas neurônios, possibilitando o delineamento processual do universo psíquico. O mapeamento do processo psicológico, mediante a análise do sistema nervoso, se dá em detrimento da elevada capacidade que este tem em registrar informações, a partir da excitação/incitação externa e interna, as quais se correlacionam em todos os aspectos cotidianos seja no simples ato de respirar ou no de desenvolver sua sexualidade, sendo necessário o desenvolvimento de mecanismos que contribuam para que as necessidades do corpo sejam atendidas....

O DESEJO PARA LACAN E SARTRE

Nesse trabalho temos como objetivo esboçar nossa compreensão pessoal acerca do desejo segundo a concepção dos filósofos Sartre e Lacan. Sendo assim, traremos a concepção textual de cada um acerca da temática para depois delinear nosso entendimento a respeito. Diante da percepção do que seria o desejo de acordo com Sartre, torna-se necessário compreendermos o desejo do homem como um pensar vazio que se volta para a falta, ou seja, o homem, de acordo com essa teoria, sente desejo de si. E de acordo com essa concepção, o sujeito está o tempo inteiro buscando suprir todo o vazio que o acomete, o que o leva a questionar inclusive a sua ética social. Sendo assim: [...] para Sartre, como nós é que realmente escrevemos nossas vidas, então no início deve haver o nada, a falta, o desejo de nos encontrarmos lá na última página do livro (desejo esse, no entanto, que será sempre vão, inútil, já que nunca leremos nossa última página escrita). A completude não é mais alcançável, e isso porque...

A ANGÚSTIA NA CONCEPÇÃO DE LACAN, FREUD, HEIDEGGER E KIERKEGARD.

Com o advento da globalização, bem como a celeridade no desenvolvimento tecno-social no cotidiano escolar, cultural, familiar e religioso do indivíduo, também ocorreu uma evolução nos aspectos fisiológicos e psicológicos do sujeito.   Essa (r)evolução ocorreu em detrimento das inúmeras informações recebidas de várias arestas da terra, as quais são transmitidas com muita eficiência pelos carrosséis da comunicação e pela correlação social, seja ela integral ou não, que faz com que a identidade humana esteja em constante mutação. Assim, diante da questão ora mencionada, faz-se necessário correlacionar os conceitos da angústia e suas ponderações nas concepções dos pensadores Lacan, Heidergger e Kierkegard. Destarte, os referidos filósofos identificaram que a anormalidade revivifica a lógica e sinaliza que não se ludibria, podendo ser perceptível pelo sujeito na sua decadência e cotidianamente na impessoalidade, vindo a registrar que tal questão é um anseio não metódico. Deste...

FICHAMENTO DO TEXTO TOTEM E TABU EM COMPARAÇÃO AO TEXTO FREUD, RESPECTIVAMENTE ESCRITOS POR FREUD E TÁVORA

A fim de elaborar o fichamento em tela, vale extrair informações importantes acerca do Texto “Freud”, que faz parte da obra Epistemologia da Psicanálise, escrita por Maria Cristina de Távora Sparano, para posteriormente trazer a idéia central da função do pai em psicanálise e suas relações com a cultura abordada no Texto “Totem e Tabu” escrito por Freud. Assim, é importante ressaltar que o extraordinário descrito por Freud (SPARANO, p. 13), nas suas asseverações, registra que o aditivo ético apresentado não é um modelo verdadeiro/ideal, no entanto, “se tornam morais a partir de suas observações”. Verifica-se que de acordo com SPARANO (p. 14) o extermínio do genitor e os atos contemplativos e morais relativos à interação abstrata, intercedida pela falta de verdade, estabelece à cadeia familiar cultural, constituída no contexto primitivo. A imagem correlacionada junto ao genitor, quanto à violação da gênese psicológica familiar, ameniza a agonia, contudo proporciona segurança ...

UMA ANÁLISE DOS CONCEITOS DE "COISA" ABORDADOS POR FREUD, LACAN E HEIDEGGER NO FILME "A CABANA".

O texto “A coisa” objetiva traduzir as questões envoltas a objetivos que devem ser atingidos em forma de bens, visto que “a coisa”, no contexto filosófico, está correlacionada a todos os objetos ou bens que se deseja adquirir ou alcançar. Porém, ao realizarmos uma contextualização sob os parâmetros da psicanálise observa-se que não existem questionamentos acerca de escolhas positivas ou negativas no que tange “a coisa”, mas sim em que local ela se enquadra na vida de cada indivíduo, e como tal bem é desejado pelo mesmo, o que de acordo com Freud chama-se “das ding” e de acordo com Heidegger, “a coisa” seria um acontecimento com riscos. Observa-se, também, que na concepção do filósofo Lacan “a coisa” se contextualiza como algo do qual não se pode capturar, e com isso quando a mesma se interrelaciona com as questões éticas, acaba sendo dissolvida, pois é totalmente integrada e conexa as subjetividades do sujeito, que na busca pelo seu objeto de desejo acaba sendo reprimido pela l...