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Mostrando postagens de outubro, 2018

A FILOSOFIA FREUDIANA E AS PAIXÕES DO HOMEM

De acordo com a filosofia freudiana, o homem é movido por intermédio das paixões, uma vez que seus mecanismos físico e racional estão interligados e sob o domínio das causas naturais, possibilitando que no desenvolvimento da teoria das paixões fosse atribuídas formas qualitativa e quantitativa. Tal procedimento se torna possível, pois o ser humano é dotado de um sistema nervoso que é capaz de receber e alimentar estímulos por meio de partículas materiais denominadas neurônios, possibilitando o delineamento processual do universo psíquico. O mapeamento do processo psicológico, mediante a análise do sistema nervoso, se dá em detrimento da elevada capacidade que este tem em registrar informações, a partir da excitação/incitação externa e interna, as quais se correlacionam em todos os aspectos cotidianos seja no simples ato de respirar ou no de desenvolver sua sexualidade, sendo necessário o desenvolvimento de mecanismos que contribuam para que as necessidades do corpo sejam atendidas....

O DESEJO PARA LACAN E SARTRE

Nesse trabalho temos como objetivo esboçar nossa compreensão pessoal acerca do desejo segundo a concepção dos filósofos Sartre e Lacan. Sendo assim, traremos a concepção textual de cada um acerca da temática para depois delinear nosso entendimento a respeito. Diante da percepção do que seria o desejo de acordo com Sartre, torna-se necessário compreendermos o desejo do homem como um pensar vazio que se volta para a falta, ou seja, o homem, de acordo com essa teoria, sente desejo de si. E de acordo com essa concepção, o sujeito está o tempo inteiro buscando suprir todo o vazio que o acomete, o que o leva a questionar inclusive a sua ética social. Sendo assim: [...] para Sartre, como nós é que realmente escrevemos nossas vidas, então no início deve haver o nada, a falta, o desejo de nos encontrarmos lá na última página do livro (desejo esse, no entanto, que será sempre vão, inútil, já que nunca leremos nossa última página escrita). A completude não é mais alcançável, e isso porque...